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Tuesday, January 13, 2004

Tentando lembrar retratos, encontrei uma caixa de relatos

De quantas maneiras e possível dizer: te amo
Não que nenhuma figura valha nada,
Mas um resto mudo, um distúrbio esgotado, uma sentença de fato
e sem cessar, cem mil maneiras de lidar.
De um grito, que como um mito deveria lembrar.

Uma pequena esquina, num bar : Teus olhos.
“ pq dizer amados, quando você não tinha modos”
Jogados estacionados ao rosto desfigurado
um pequeno sem sentido amargo d’uma alegria triste.

Um anjo sedado, sem assas sem lar acordando em palavras metralhadas.
E dizendo “oi”, um simples sintético soprado e cuspindo “foi”.


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