Monday, May 31, 2004
relembrando-=> velhos tempos
Sou um homem que usa poucas palavras
Sou um homem usado por pocas palavras
Um artigo de boate, no mostroario, à baixo preço
Um prazer de romance, por meia hora
um jantar, sem vela, morto antes da aurora
Usado, Pintado, Calvo
Deselegante como uma chapa num copo
Dolorido como traição de melhor amigo
Falso como a pelicula do cinema
Sabio como um livro de citaçoes
Tatuado por devaneios, sonhos belos...
que numca foram meus
uma pintura de musa cega
caricatura do que nunca vou ver
Sou um homem que usa poucas palavras
Sou um homem usado por pocas palavras
Um artigo de boate, no mostroario, à baixo preço
Um prazer de romance, por meia hora
um jantar, sem vela, morto antes da aurora
Usado, Pintado, Calvo
Deselegante como uma chapa num copo
Dolorido como traição de melhor amigo
Falso como a pelicula do cinema
Sabio como um livro de citaçoes
Tatuado por devaneios, sonhos belos...
que numca foram meus
uma pintura de musa cega
caricatura do que nunca vou ver
me deu vontade de lembrar isso....
----------x-------
Bom dia doutor, o meu problema foi à batida do ponteiro oprimindo o horário.
Desculpe o atraso, o ônibus bateu.
Vou quase bem
Meio triste com esse negocio de pátria
Abafando o peito
Bem, quase vou.
Andando, perdi o caminho.
Essa poluição, esse negocio de testes.
Apertando o peito
Quase vou bem
Andando... O caminho perdido
Meio triste esse negocio de teste
Forçando o peito
Abafando, apertando, quase forçando.
Essa poluição, esse negocio de pátria.
Batendo no peito
Doutor, bom, o meu problema não é tudo isso oprimindo, abafando, forçando meu peito.E que apesar dessa opressão meu coração ainda bate.
----------x-------
Bom dia doutor, o meu problema foi à batida do ponteiro oprimindo o horário.
Desculpe o atraso, o ônibus bateu.
Vou quase bem
Meio triste com esse negocio de pátria
Abafando o peito
Bem, quase vou.
Andando, perdi o caminho.
Essa poluição, esse negocio de testes.
Apertando o peito
Quase vou bem
Andando... O caminho perdido
Meio triste esse negocio de teste
Forçando o peito
Abafando, apertando, quase forçando.
Essa poluição, esse negocio de pátria.
Batendo no peito
Doutor, bom, o meu problema não é tudo isso oprimindo, abafando, forçando meu peito.E que apesar dessa opressão meu coração ainda bate.
Tuesday, May 25, 2004
tenho saudade dos olhos que me banharam um dia...
tenho fadiga do meu coração seco que continua perseguindo água...
tenho saudade de te dar um abraço...
porque nunca mais abracei ninguem...
sinto vontade de ter felicidade em mim...
sinto, porque haveria de sentir...
que meus olhos estão perdidos...
que mil palavras me fazem chorar mais que um gesto...
e nada foi tão triste na minha vida, quando ela disse "não"
E como A quem
aquém de mim mesmo...
salvo como uma pequena prova de esperança....
salvo como uma vírgula no meu conto....
mesmo, mesmo, mesmo...que eu tente...perdi...
tenho fadiga do meu coração seco que continua perseguindo água...
tenho saudade de te dar um abraço...
porque nunca mais abracei ninguem...
sinto vontade de ter felicidade em mim...
sinto, porque haveria de sentir...
que meus olhos estão perdidos...
que mil palavras me fazem chorar mais que um gesto...
e nada foi tão triste na minha vida, quando ela disse "não"
E como A quem
aquém de mim mesmo...
salvo como uma pequena prova de esperança....
salvo como uma vírgula no meu conto....
mesmo, mesmo, mesmo...que eu tente...perdi...
poesia sobre a NAVE em memoria a karol....que não estava lá
sabado à noite, pessoas gritando
uma companhia que não existe
uma amiga abstrata
um amor, hoje de outro
meu olhar vê gritos sem rostos
meus ouvidos, seu rosto como a batida dum condenado
dez mil segundos numa pequena pancada
como um suspiro ela silencia meu desejo
que aprendeu a corroer meus olhos em lagrimas
seu olhar de juiz me faz um condenado
meu desgosto - que o condeno - me faz pior que nunca
embotado de vergonha e magoa, de mim mesmo
dou-me de joelhos a amiga distante...
sabado à noite, pessoas gritando
uma companhia que não existe
uma amiga abstrata
um amor, hoje de outro
meu olhar vê gritos sem rostos
meus ouvidos, seu rosto como a batida dum condenado
dez mil segundos numa pequena pancada
como um suspiro ela silencia meu desejo
que aprendeu a corroer meus olhos em lagrimas
seu olhar de juiz me faz um condenado
meu desgosto - que o condeno - me faz pior que nunca
embotado de vergonha e magoa, de mim mesmo
dou-me de joelhos a amiga distante...
Monday, May 03, 2004
hoje time uma surpresa otima, tive a chance de ver heitor o cara que odeia literatura, odeia poesia (exeto em musica), criando um ditado, ai vai:
" Raiva e como um animal de estimação, se vc alimentar direitinho, cuidar direitinho,
ele cresce e fica sempre do seu lado"
Heitor Moraes (Momentos de Furia)
" Raiva e como um animal de estimação, se vc alimentar direitinho, cuidar direitinho,
ele cresce e fica sempre do seu lado"
Heitor Moraes (Momentos de Furia)
Sunday, May 02, 2004
---- estrofe à palavra ----
vou continuar com minha lagrima muda
que agoando um jardim de muda a muda
plantando sentenças , culpado ou inocente pois...tudo muda...
vou continuar com minha lagrima muda
que agoando um jardim de muda a muda
plantando sentenças , culpado ou inocente pois...tudo muda...